Final da semana passada, fomos a um rancho de um casal da igreja, com algumas mulheres que fizeram o "Curadas para curar". Foi muito gostoso! Esse casal tem um filho de 14 anos, o Arthur. Ele é uma graça de menino, muito educado, companheiro dos pais, queria ajudar em tudo e gostou muito do Edinho e Edinho gostou muito dele.
Quando viemos embora, conversando sobre tudo, Edinho disse - dá um aperto no coração, ver um menino daquele grudado no pai, companheiro, fazendo tudo para ajudar. Aí, eu entendi que ele estava falando do nosso Vini, ou melhor, da tragédia que aconteceu com nosso filho, da ausência do nosso filho, do que fomos privados de viver.
Sim! Dá um aperto no peito, um nó na garganta, um sentimento estranho - tentar imaginar aquilo que não vivemos e sofrer com aquilo que podia ter sido e não foi. Nós nunca mais seremos os mesmos! Fomos marcados, somos marcados. Por onde quer que passemos, algo nos lembra a vida sofrida que tivemos e, ao mesmo tempo, dá-nos o alívio de, pelo menos, não ver nosso menino privado de tudo.
Vini, meu Vini, meu filho, meu anjo, obrigada pelo grande privilégio de ser sua mãe! Carregamos uma marca, mas não é só de sofrimento! É, também, a marca da força, da resiliência, da superação! Nós vencemos! Você venceu - lutou bravamente pela sua vida e levou muitas vidas aos pés de Jesus!
Um dia desses, o Espírito Santo falou comigo, Ele me mostrou, em segundos, toda a nossa história e me fez entender que o Vini foi um instrumento de Deus para cumprir o propósito de me tornar quem eu sou hoje - seguidora de Cristo, ungida pelo Senhor, assim como o significado do meu nome.
Obrigada, Deus! Obrigada, meu filho!
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