Sábado, eu fui ao velório do esposo da minha amiga e irmã de fé Janne. Lá chegou um casal que já congregou na nossa comunidade. Depois de um tempo o homem me perguntou - você era a mãe do Vini? De pronto, eu respondi - Eu SOU a mãe do Vini! Ele está no céu, mas eu continuo sendo a mãe dele! E sorri.
Eu não demonstrei, mas a pergunta dele me chateou. Eu nunca vou deixar de ser mãe do Vini e nem quero que tirem isso de mim. Eu sou a mãe do Vinícius, ele só não está presencialmente comigo.
Ser mãe do Vini foi o diferencial na minha vida. Ele me fez forte, lutadora, destemida. Chego a pensar que sem ele eu sou comum, sou mais uma mãe entre tantas, ainda bem que tenho a nossa história para provar que um dia eu fui valente, fui diferente, fiz parte do time que enfrenta leões para defender a cria.
Hoje, enfrento outras situações. Minha filha está entrando na adolescência, descobrindo coisas, vivendo desafios e eu preciso ter sabedoria para viver tudo isso com ela. Mas são coisas comuns, naturais, que toda e qualquer mãe vive.
Não abro mão do privilégio de ser a mãe do Reizinho. Carrego a nossa história como uma medalha no pescoço. Faço questão de contá-la por onde eu passo. Entendo, perfeitamente, quando o Espírito Santo me mostrou, como um flash, tudo o que vivemos e quem somos hoje, quem eu sou hoje.
Obrigada, Senhor! Obrigada, meu filho! Saudades de vc!
Uma vez mãe, para sempre mãe.
ResponderExcluir🥰😍
ExcluirSer mãe é um privilégio e mesmo nossos filhos tendo partido cedo continuam sendo nossos filhos, acredito que a pergunta foi mesmo sem propósito e sem fé, pois também entreguei um filho de volta ao lar celestial, é assim que vejo, ele mais vivo do que eu. Força
ResponderExcluir"Ele mais vivo do que eu", forte isso!
ExcluirBoa tarde Cris, tudo bem com vocês? Isso mesmo, não deixamos de ser mães, porque o filho foi morar com DEUS!! 🥰
ResponderExcluirSim. Tenho 2 filhos.
Excluir